| Dancin`Days, não é uma novela portuguesa, admite o ex-responsável pela ficção SIC. |
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24/02/2013
Virgílio Castelo: «Qual ficção? A brasileira?»
17/11/2012
Sisley Dias: "Porque há muitas histórias próximas da realidade"
Estreou-se em televisão em “Morangos com Açúcar”,
passou por “Flor do Mar” e “Sentimentos”, ambas da TVI. Mas foi em “Laços de Sangue” que
Sisley Dias sentiu que tinha dado o grande salto
Atualmente a viver o extrovertido Gui em “Dancin’
Days”, o ator de 23 anos mostra-se «muito contente com este novo convite. Acho
que mostra que fiz bem o meu trabalho e que há alguém que acredita que sou capaz
de fazer coisas diferentes».
Apesar de não ligar muito a audiências, o ator
mostra-se contente por saber que as pessoas estão a gostar da novela.
«Acho que o êxito se explica porque há muitas
histórias próximas da realidade e as pessoas identificam-se com elas. Não há
personagens boas nem más, há personagens que vão mudando, que têm fases.»,
revela Sisley, em declarações à Notícias TV, confessando que costuma ser abordado na rua e
pedem-lhe «para tratar melhor a Mariana [Joana Ribeiro].
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Nicolau Breyner: "Gabriela é imbatível"
Em declarações à NTV desta semana, Nicolau Breyner (Carlos em "Louco Amor" da TVI), afirma que desconfia das audiências, no entanto que "Gabriela" da TV Globo é imbativel.
Veja abaixo a entrevista completa do ator de 72 anos à publicação do Jornal de Notícias:
Louco Amor estreou em maio e arrancou como novela líder. Mês após mês foi perdendo espectadores. Como explica a perda de liderança da novela? As audiências valem o que valem, sempre disse isso. Sabemos perfeitamente que as audiências são falíveis, mas não estou a dizer que são manipuláveis... Enfim, também o são. Qualquer estatística é manipulável, até quando o assunto em questão é se gostamos mais de praia ou do frio. Atenção, não estou a dizer que as audiências são manipuladas.
Mas acha que as audiências são bem medidas em Portugal? Estou só a dizer que valem o que valem. Neste momento, a SIC, segundo dizem as audiências, lidera o mercado. Acho que é altura de a TVI puxar pelos galões e liderar novamente. E pode fazê-lo.
No caso desta novela, acha que algo está a falhar? Como explica o desprendimento do público? Não há um desprendimento tão grande! Nós, atores, andamos na rua e ouvimos as pessoas a falar da história e, digo-lhe, sabem contar a história de Louco Amor com pormenor. Há qualquer coisa que... não é exatamente assim. Quando a TVI liderava as audiências e ganhámos o Emmy com a novela Meu Amor, eu também não dizia que éramos os melhores do mundo. Nunca disse isso e, portanto, agora também não digo nada. Acho que tudo isto são momentos, com altos e baixos.
Não estou a pedir-lhe uma crítica negativa. É ator, realizador e tem muita experiência... Não tem opinião? Acho que a novela enquanto género tem de ser repensada. Foram vários os velhos do Restelo que disseram que a novela estava acabada, mas é mentira. A verdade é que a ficção nacional continua a estar no top das audiências. A base de sustentação de uma estação de televisão é a ficção. Temos de repensar a novela, adaptá-la aos tempos, aos gostos do público.
Vai perdoar-me, mas insisto, as novelas da TVI estão menos atrativas?
[faz uma pausa e demora a responder] Nós em Portugal somos muito maniqueístas, é o bem ou mal ou o bonito e o feio. É um defeito que temos porque ou somos os melhores do mundo ou [brinca com a voz e finge estar a ser sufocado] vamos todos morrer e é já amanhã! Somos um país bipolar.
Em entrevista recente ao programa Face To Face, exibido no canal TVI Ficção, falava das novelas portuguesas e acabou por defender: "Já estivemos no caminho mais certo." Sim, acredito nisso. Acho que a TVI tem de parar para pensar, não lhes vou dizer em quê porque eles sabem. E eu não sou o dono da verdade. Quando uma coisa corre menos bem temos de parar para pensar porque é que correu dessa maneira. É falta de mérito nosso? É mérito da SIC? Vamos ver.
O que acha que o espectador português procura hoje numa novela? Não se deve pensar naquilo que os portugueses procuram numa novela, acho que se deve pensar à escala mundial. [Nicolau Breyner é interrompido. Mafalda Bessa, sua mulher, entra na sala, dá um beijo de bom dia ao ator, senta-se no sofá e fica a assistir à entrevista] Temos de perceber o que as pessoas querem e dá-lo de forma apelativa. A realidade tem de ser filtrada, adoçada, para que as pessoas achem a novela apelativa.
Já espreitou o remake Dancin'Days, em exibição diária na SIC?
Já, é uma novela normal, como outra qualquer.
Esta produção colocou a SIC na liderança. É merecedora do êxito que tem conquistado? Se o público acha que sim...
Usando as suas palavras, de facto, "não caiu o mundo". Mas a TVI está pela primeira vez, e após uma década de domínio, a perder liderança no campo da ficção... Sim, mas não se pode falar só de Dancin' Days. Falem, sim, de uma novela chamada Gabriela. Vamos ser honestos: há um trampolim que é a Gabriela e que é, a meu ver, imbatível. É um produto com nome feito, visto por várias gerações. Tudo isto conta, trata-se de uma política que empurra as coisas para cima.
Está a referir-se à máquina da Rede Globo? A SIC só começou a liderar o prime time de novo por causa das novelas da Globo... Exatamente. A Rede Globo tem um potencial muito grande.
Como vê a introdução crescente das novelas brasileiras na televisão portuguesa? A SIC tem neste momento em antena três produções, Fina Estampa, Gabriela e Avenida Brasil, sendo Dancin' Days um remake da versão original brasileira. Eu e mais três ou quatro malucos revoltámo-nos, em tempos, contra a hegemonia das novelas brasileiras e começámos a fazer MoitaCarrasco [mininovela inserida no programa Eu Show Nico, exibido em 1987, que fazia uma sátira aos folhetins brasileiros]. Estamos a ser colonizados pelas novelas brasileiras.
Veja abaixo a entrevista completa do ator de 72 anos à publicação do Jornal de Notícias:
Louco Amor estreou em maio e arrancou como novela líder. Mês após mês foi perdendo espectadores. Como explica a perda de liderança da novela? As audiências valem o que valem, sempre disse isso. Sabemos perfeitamente que as audiências são falíveis, mas não estou a dizer que são manipuláveis... Enfim, também o são. Qualquer estatística é manipulável, até quando o assunto em questão é se gostamos mais de praia ou do frio. Atenção, não estou a dizer que as audiências são manipuladas.
Mas acha que as audiências são bem medidas em Portugal? Estou só a dizer que valem o que valem. Neste momento, a SIC, segundo dizem as audiências, lidera o mercado. Acho que é altura de a TVI puxar pelos galões e liderar novamente. E pode fazê-lo.
No caso desta novela, acha que algo está a falhar? Como explica o desprendimento do público? Não há um desprendimento tão grande! Nós, atores, andamos na rua e ouvimos as pessoas a falar da história e, digo-lhe, sabem contar a história de Louco Amor com pormenor. Há qualquer coisa que... não é exatamente assim. Quando a TVI liderava as audiências e ganhámos o Emmy com a novela Meu Amor, eu também não dizia que éramos os melhores do mundo. Nunca disse isso e, portanto, agora também não digo nada. Acho que tudo isto são momentos, com altos e baixos.
Não estou a pedir-lhe uma crítica negativa. É ator, realizador e tem muita experiência... Não tem opinião? Acho que a novela enquanto género tem de ser repensada. Foram vários os velhos do Restelo que disseram que a novela estava acabada, mas é mentira. A verdade é que a ficção nacional continua a estar no top das audiências. A base de sustentação de uma estação de televisão é a ficção. Temos de repensar a novela, adaptá-la aos tempos, aos gostos do público.
Vai perdoar-me, mas insisto, as novelas da TVI estão menos atrativas?
[faz uma pausa e demora a responder] Nós em Portugal somos muito maniqueístas, é o bem ou mal ou o bonito e o feio. É um defeito que temos porque ou somos os melhores do mundo ou [brinca com a voz e finge estar a ser sufocado] vamos todos morrer e é já amanhã! Somos um país bipolar.
Em entrevista recente ao programa Face To Face, exibido no canal TVI Ficção, falava das novelas portuguesas e acabou por defender: "Já estivemos no caminho mais certo." Sim, acredito nisso. Acho que a TVI tem de parar para pensar, não lhes vou dizer em quê porque eles sabem. E eu não sou o dono da verdade. Quando uma coisa corre menos bem temos de parar para pensar porque é que correu dessa maneira. É falta de mérito nosso? É mérito da SIC? Vamos ver.
O que acha que o espectador português procura hoje numa novela? Não se deve pensar naquilo que os portugueses procuram numa novela, acho que se deve pensar à escala mundial. [Nicolau Breyner é interrompido. Mafalda Bessa, sua mulher, entra na sala, dá um beijo de bom dia ao ator, senta-se no sofá e fica a assistir à entrevista] Temos de perceber o que as pessoas querem e dá-lo de forma apelativa. A realidade tem de ser filtrada, adoçada, para que as pessoas achem a novela apelativa.
Já espreitou o remake Dancin'Days, em exibição diária na SIC?
Já, é uma novela normal, como outra qualquer.
Esta produção colocou a SIC na liderança. É merecedora do êxito que tem conquistado? Se o público acha que sim...
Usando as suas palavras, de facto, "não caiu o mundo". Mas a TVI está pela primeira vez, e após uma década de domínio, a perder liderança no campo da ficção... Sim, mas não se pode falar só de Dancin' Days. Falem, sim, de uma novela chamada Gabriela. Vamos ser honestos: há um trampolim que é a Gabriela e que é, a meu ver, imbatível. É um produto com nome feito, visto por várias gerações. Tudo isto conta, trata-se de uma política que empurra as coisas para cima.
Está a referir-se à máquina da Rede Globo? A SIC só começou a liderar o prime time de novo por causa das novelas da Globo... Exatamente. A Rede Globo tem um potencial muito grande.
Como vê a introdução crescente das novelas brasileiras na televisão portuguesa? A SIC tem neste momento em antena três produções, Fina Estampa, Gabriela e Avenida Brasil, sendo Dancin' Days um remake da versão original brasileira. Eu e mais três ou quatro malucos revoltámo-nos, em tempos, contra a hegemonia das novelas brasileiras e começámos a fazer MoitaCarrasco [mininovela inserida no programa Eu Show Nico, exibido em 1987, que fazia uma sátira aos folhetins brasileiros]. Estamos a ser colonizados pelas novelas brasileiras.
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Gabriela Sobral: "Rosa Fogo foi consideravelmente melhor que Remédio Santo"
Feliz quanto à cerimónia que ocorre dentro de dois dias, Gabriela Sobral atira que "Rosa Fogo" foi "consideravelmente melhor que Remédio Santo" da concorrência, no entanto acha díficil que o galardão venha de novo e pelo 3º ano consecutivo para Portugal. Já Patricia Muller, declara que: "Ser nomeada já é excelente!!"
Gabriela prossegue no discurso e afirma: "A Ficção da SIC à muito que ultrapassou a da TVI"
"E isto em termos de públicos e mesmo de qualidade.", frisa.
Gabriela prossegue no discurso e afirma: "A Ficção da SIC à muito que ultrapassou a da TVI"
"E isto em termos de públicos e mesmo de qualidade.", frisa.
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09/11/2012
José Fidalgo está feliz na SIC!
Atualmente, o ator trabalha para a SP Televisão onde integra o elenco da novela «Dancin’ Days», da SIC. Em declarações ao Correio da Manhã, José Fidalgo diz que o balanço é mais que positivo. «Está a correr tudo bem, e é uma boa novela» afirma o ator, que diz estar completamente dedicado e empenhado no projeto, confirmando que «Tive outros convites, mas não aceitei».
Relembre-se que José entrou para SP em 2009 onde integrou o elenco de novelas como: «Rosa Fogo», «Perfeito Coração» e «Dancin`Days», todas para a SIC. Participou ainda em «Laços de Sangue»
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Vingança poderá vir para a SIC
Ao que o MAIS SIC apurou o regresso de "Vingança" à SIC poderá mesmo acontecer. Em entrevista à estação a mesma adiantou "Talvez. Os espetadores tem de esperar". A SIC esclareceu ainda que "se for em repetição vai só ser em meados de dezembro/ janeiro, porque no ínicio do mês (dezembro) não...."Assim, estima-se que a trama protagonizada por Diogo Morgado repita na SIC já a partir de meados de dezembro após o "Primeiro Jornal" às 14:30 em substituição de "Podia Acabar o Mundo".
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